Jornalismo de cultura pop com um jeitinho brasileiro.

Quem ganha quando as mulheres encolhem?

O body positive não morreu de causas naturais. A magreza extrema voltou e a extrema direita adorou. Não é coincidência.


Por GABRIELA FRANCO


A magreza extrema voltou: nas passarelas, no TikTok, nas canetas emagrecedoras. Mas por que justo agora? E por que esse discurso tem aparecido tanto em espaços da extrema direita?

Gabi Franco e Thiago Cardim conversam sobre o retorno do heroin chic, o fim do body positive, o Ozempic e os genéricos de semaglutida no Brasil, e sobre como a magreza passou a ser vendida como sinal de disciplina moral e pureza. O ponto de partida é o texto “Como desaparecer completamente”, que a Gabi escreveu aqui para o Gibizilla.

Na conversa: pressão estética e redes sociais, Foucault e a vigilância sobre o próprio corpo, Susan Bordo, Lélia Gonzalez e o recorte racial, Silvia Federici, “A Substância”, a machosfera e o “fascismo corporal”.

⚠️ Aviso de conteúdo: este episódio fala sobre transtornos alimentares. Se você precisa de apoio: CVV: 188 (24 horas, gratuito) Ambulim (IPq-HC-FMUSP), atendimento gratuito: (11) 2661-6975

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