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O belo e gigantesco vazio da Liga da Justiça versão SnyderCut

Em termos estéticos, apesar daqueles maneirismos habituais, o corte do diretor Zack Snyder é muito bonito… Mas onde está a alma neste conto de 4h em câmera lenta sobre deuses sem humanidade?

Por THIAGO CARDIM

É uma merda eu ter que começar este texto tirando determinados elefantes da mesa de centro da sala. Mas, no caso do tal #SnyderCut, que monopolizou boa parte das atenções da comunidade de fãs de cultura pop, da imprensa especializada e das redes sociais focadas em gibis e cinema nos últimos meses, e muitas vezes não pelos motivos CERTOS, não tem como fugir. Então cá estou.

Eu sou leitor de gibis. Ponto. De Marvel, DC, Image, Dark Horse, quadrinho europeu, brasileiro, mangá. No geral, em se falando do monopólio dos super-heróis, costumo gostar mais da Marvel – mas isso NEM DE LONGE quer dizer que eu odeie a DC. Acho SIM que a DC, nas adaptações cinematográficas, tomou uma série de decisões equivocadas e lançou umas belas dumas porcarias… Mas eu amo o filme do Aquaman, por exemplo. E o do Shazam. E, obviamente, o primeiro filme da Mulher-Maravilha, que é incrível (apesar do final discutível).

Aí, passamos ao “fenômeno” Zack Snyder. Assim, eu não acho o sujeito um cineasta brilhante, um “visionário” como ele vem sendo vendido desde a adaptação de 300 – que eu, aliás, acho melhor do que o gibi, MESMO com muitas questões sobre política que deveriam muito ser discutidas ali. Na verdade, o único filme dele que me lembro de ter gostado de fato foi a releitura de Madrugada dos Mortos – e, por favor, não vamos discutir Watchmen aqui. Achei Homem de Aço horrendo e Batman vs Superman, de longe, um dos piores filmes que eu vi NA VIDA.

Portanto, SIM, eu tenho diversas questões com o retrato que Snyder faz da figura arquetípica do super-herói (mais sobre isso, bem mais abaixo) e com a falta de entendimento que ele tem a respeito do cerne dos personagens com os quais trabalha, em especial o Superman (idem). Assim como tenho questões MIL sobre como a turma que defende o #SnyderCut há anos trata de maneira tóxica e violenta quem não concorda com eles (já fui vítima em ambientes virtuais, bem mais de uma vez, deste tipo de tratamento).

Isso não me faz, todavia 1) deixar de achar louvável o posicionamento do cineasta e de seus fãs em questões de prevenção ao suicídio, ainda mais depois da tragédia na família de Zack e Deborah e 2) deixar de ver o filme VERDADEIRAMENTE de coração aberto. Porque a coisa que eu mais quero, mesmo com as chances jogando todas contra, é ser surpreendido por uma boa história.

Muito bem. Espero que estejamos esclarecidos e você, principalmente VOCÊ, devoto consagrado da Igreja de São Snyder, entenda que este texto merece ser lido ATÉ O FIM, além da manchete, ainda que chegando lá você discorde de tudo que eu escrevi aqui. E, caso você não me conheça e nunca tenha lido nada do que fiz na vida, saiba que não acredito neste lance de crítica IMPARCIAL – este é meu espaço, meu texto, portanto eis aqui a MINHA OPINIÃO sobre o filme. Não a sua. A MINHA.

Agora, se não quiser ler, foda-se e azar o seu. Procura outro site aí e mais sorte na próxima.
 ¯\_(ツ)_/¯ *

Vamos falar sobre O FILME, então?

A primeira questão, e vamos direto a ela, com certeza acaba sendo – “ah, é um filme melhor do que o de 2017, aquele que o Joss Whedon finalizou?”. Olha só, eu realmente não gostei da versão de 2017. Mas, como já dito, tampouco gostei de BvS. Logo, como saldo final, este #SnyderCut me soa como mais um filme ruim da Liga da Justiça. Só que mais longo. BEEEEEEEEM mais longo. Acerta em algumas coisas, erra em tantas outras, perde o ponto central de um filme de super-herói e se estende demais em momentos nos quais poderia optar por uma narrativa mais econômica ao invés de uma longa sequência videoclíptica em câmera lenta.

Assim, sejamos BEM honestos: estruturalmente, estamos falando basicamente do mesmo filme. Pense – Lobo da Estepe vem pra Terra pegar caixas maternas, Batman reúne time pra cobrir o cara na porrada, superpoderosos acham que não vão dar conta, resolvem ressuscitar o Superman, ele desequilibra a luta, Liga da Justiça vence, fim. Estes são os principais pontos de ambas as tramas, de onde elas vêm e para onde elas vão. O restante é perfumaria.

Olha só, sim, Zack acerta e muito ao tirar da frente, DE VEZ, a sexualização da Mulher-Maravilha. Somem os closes na bunda de Gal Gadot, as cantadas do Aquaman, a gag imbecil do Flash caindo em cima dela e mesmo os flertes desnecessários com o Batman. Ponto mais do que positivo. E sim, é muito legal que personagens como o próprio Barry Allen e principalmente o Cyborg ganhem mais espaço para desenvolvimento de suas personalidades… Mas isso não precisava acontecer em sequências imensas, plasticamente impecáveis, só que intermináveis. Cães latindo em câmera letra, uma semente de gergelim caindo de um sanduíche em hiperclose… Quadros que em nada contribuem para o andamento da história e que ganham um destaque tremendo pela sua atenção de espectador.

E é assim que a gente sente que um filme de quatro horas tem efetivamente QUATRO FUCKING HORAS. Afinal, o grande lance não é a duração do filme e sim o que o diretor faz com ela. Porque AQUI o tempo não contribui pra história. Porque ele poderia facilmente contar o que estava ali contando em, sei lá, umas duas horas e meia. E ainda conseguiria tentar soar diferente de Joss Whedon.

Conforme bem lembra a colega Isabela Boscov neste ótimo vídeo, Zack vem do mundo dos videoclipes, da publicidade – e isso está longe, vejam, de ser um demérito. Basta lembrar, por exemplo, que Spike Jonze (de Quero Ser John Malkovich) tem rigorosamente o mesmo histórico. Só que Snyder não se livrou de algumas amarras e continua querendo que cada cena seja um comercial de 30 segundos digno de Cannes, um videocase (quem é do ramo sabe do que tô falando), aquele slide que o diretor de arte vai ficar admirando sem parar toda vez que passa o PPT.  

É quase como um desenhista de gibis que acha que resolve a sua história com uma splash page atrás da outra. Mas um bom gibi, antes de tudo, não se faz de uma coleção de potenciais pôsteres ou estampas de camisetas. E sim de uma boa história. Que, por vezes, funciona muito melhor com muito menos profusão de elementos e onomatopeias, com mais silêncio, mais espaço em branco na página, menos quadrinhos e mais olhares.

Isso é um problema GRAVE, assim como as frases de efeito. Caralho, maluco. Mas que raiva das frases de efeito.

As conversas não são conversas. Não é um diálogo entre duas pessoas. Não tem gente falando com gente – são monólogos. Estão ali apenas para virar post de redes sociais, muito provavelmente num perfil de guru de autoajuda ou talvez daquele coach de empreendedorismo. Com AQUELA frase que o sujeito vai estampar numa camiseta, que vai virar bordão no evento, no workshop, no cursinho. Até um momento de descontração entre o Flash e o Cyborg, em que parece que eles vão deixar as máscaras e o crachá da Liga de lado, se encerra com uma… FRASE DE EFEITO.

Quatro horas de frases de efeito.

O que mudou DE FATO?

Claro que, ao dirigir uma nova película da Liga da Justiça em 2021, Snyder inteligentemente aproveita para criar conexões mais sólidas com os outros filmes dos personagens – em especial com o Aquaman. A sequência pós-créditos com Joe Manganiello no papel de Exterminador ganha contornos diferentes graças a uma frase sutil e deixa uma porta aberta para o tal filme no qual ele enfrentaria o Batffleck, caso a Warner resolva em algum momento transformar isso em realidade.

A presença do Darkseid e seus demais asseclas serve apenas para criar uma espécie de “camada” adicional no Lobo da Estepe, parte da família do soberano de Apokolips, alguém que busca desesperadamente a aprovação e a redenção perante seu mestre, com quem falhou em algum momento na vida. Mas o que serviria para dar um mínimo de profundidade ao monstrengo acaba largado displicentemente entre um rosnar de dentes e outro. Vamos esquecer isso porque ainda tem muita luta pela frente.

Aí enfiaram o Caçador de Marte na história em duas cenas que, MINHA NOSSA SENHORA, não fazem qualquer sentido. Na primeira, ele não faria falta alguma, ainda mais porque o personagem cuja forma ele assume poderia facilmente ter travado AQUELE diálogo. E a outra cena, bom, é tão surreal quando se pensa nela isoladamente, mas faz tanto sentido depois do festival de bizarrices que é o final depois de muitos finais, uma cebola de conclusões, que você chega a estar anestesiado e nem sequer repara na reação que o outro personagem DEVERIA ter, caso fosse um ser humano normal, depois de tudo que aconteceu com ele. É o máximo que vou dizer sem correr o risco de dar spoilers.  

Por último, temos lá o Coringa do menino Jared Leto. Uma forçada de barra em um futuro alternativo, aquele mesmo que o Morcegão enxerga em BvS. Com ou sem tatuagens, tanto faz – Leto parece um moleque com a cara pintada, um cosplay mal-acabado de alguém que acha só que o Coringa é “malucão” e que basta falar umas frases desconexas com olhar injetado para ser psicótico. Outra clara representação, neste confuso universo snyder, de que aqui ninguém entende MESMO que “menos é mais”. Só a voz do Mark Hamill já daria baile aqui.  

Ah, sim. Então, chegamos no final. Aquele que uma massa de gente diz aos quatro cantos que é muito melhor do que o da versão de 2017. E eu não podia discordar MAIS disso.

Eu costumava dizer, aliás, que a ÚNICA coisa que me agradava no filme de 2017 eram os 10 minutos finais. Quando o Superman surge totalmente Superman para o enfretamento final. Quando ele é pura luz, cor, quando aquele S em seu peito passa a fazer total sentido, como Henry Cavill nunca foi desde que o escalaram para o papel. E quando ele surge, a dinâmica da Liga muda drasticamente. Está ali, de fato, o LÍDER do time. Nesta nova versão, ele é apenas e tão somente força-bruta. Queria tirar as piadinhas, que seja, faça isso. Mas mudar ISSO, este papel, faz com que todo o filme, todo o esforço para ressuscitar o Azulão, seja em vão.

O Superman, trazido de volta da terra dos pés juntos, com ou sem uniforme colorido, pinta no rolê apenas pra socar o Lobo da Estepe. Ele não tem qualquer outro papel que não seja enfiar a bifa no inimigo alienígena. Podia ter sido QUALQUER outro personagem. Mas não. Estamos falando do Homem de Aço, o símbolo da paz, o farol de esperança, a aspiração para a humanidade ser o seu melhor. E ao invés de inspirar seus colegas de equipe, ele simplesmente cobre o inimigo de porrada. E mais nada. Seu tempo de tela nesta batalha final é drasticamente reduzido, aliás, em comparação ao do filme de 2017. Ele some até daquela doce cena pós-créditos, talvez o mais delicioso momento da produção anterior, a corrida entre o Superman e o Flash, talvez o momento mais Liga da Justiça de todos. Ah, mas é que aquilo é piadinha demais. É Marvel demais. Não tem seriedade. Não tem soco na cara e dente trincado.

Mesmo o começo do filme, agora sem o mundo sentindo o luto pelo Superman, tira dele todo o seu impacto simbólico, o seu peso enquanto ícone global.

Zack Snyder, inclusive, tirou um elemento fundamental da última luta contra o Lobo da Estepe – as pessoas. Seres humanos representados por uma família que ainda vivia na cidade fantasma na qual os parademônios erguem sua fortaleza. São eles que acabam salvos pela combinação do Flash com o Superman.

E aí a gente chega naquilo que REALMENTE me incomoda nesta coisa toda. Na obra do Snyder, aliás, como um todo, tendo esta Liga da Justiça como ápice. Prometi isso lá no quarto parágrafo e finalmente cheguei. Mas não me venha reclamar que o texto tá grande, porque afinal você assistiu a um filme de QUATRO HORAS e achou que tava tudo bem.

Deuses e Monstros

“Mas parece que vai chover o tempo todo, não importa onde eles estejam”, disse a Gabi Franco, que viu o filme junto comigo (não sei se te contaram, mas a gente é casado – bom, agora você já sabe, próximo tema). Ela tava certíssima e em mais do que um aspecto, aliás. Liga da Justiça não é apenas um filme sombrio, escuro, em termos de fotografia, luz em tela. É um filme escuro no retrato que faz de seus heróis. Tem chuva no coração.

Porque eles não são HERÓIS. Eles são DEUSES. E isso é uma coisa muito diferente.

Principalmente a trindade principal, diga-se. Eles são tão poderosos (ainda que o Batman não tenha poderes, mas este definitivamente não é o ponto) que estão acima da humanidade. Acima do bem e do mal. Não estão ali para dar exemplo algum. São o tempo todo tratados como elementos divinos. Eles não inspiram. Eles suspiram.

O Super que, mais uma vez, é uma espécie de Jesus Cristo. O Aquaman que é saudado por um coral nórdico antes de entrar no mar. E mesmo a Mulher-Maravilha, que simplesmente OBLITERA um terrorista usando o poder de seus braceletes diante de uma plateia de crianças morrendo de medo. “Quando eu crescer, posso ser como você?”, diz a menina.

Uma matadora de criminosos, provavelmente. É, acho que sim. Pegue ali a sua arma e entre na fila. Nada mais distante do que nos mostrou Patty Jenkins naquela brilhante sequência de Diana nas trincheiras, talvez uma das mais lindas passagens de um filme estrelado por um herói dos gibis.

São raríssimos os momentos, aliás, em que estes heróis de fato SALVAM VIDAS ao longo de Liga da Justiça. Pode reparar. A trupe está preocupada apenas em se formar enquanto panteão. Uma ótima ideia relacionada ao Cyborg, aliás, fica apenas NAQUILO. Uma cena. Uma única cena. Apenas e tão somente.

Neste ótimo texto pro JUDÃO.com.br, publicado em 2018, o parça Silas Chosen relembrou que Snyder, apesar de sempre descrito como um sujeito muito bacana e tranquilo de se trabalhar, é seguidor da bíblia do chamado objetivismo, aquela linha de pensamento da escritora e filósofa russa Ayn Rand. Puro individualismo, “o conceito do homem como um ser heroico, com sua própria felicidade como o propósito moral de sua vida”. Um deus que se preocupa apenas em ser divino, glorificado, adorado, porque é assim que ele garante a sua existência. O Wednesday de Deuses Americanos nos ensinou bem isso.  

Vocês se lembram bem de Homem de Aço, o primeiro filme do DC Snyderverse? O Jonathan Kent, pai de Clark, vivido por Kevin Costner, não é a inspiração que o filhote kryptoniano tanto teve em suas muitas outras adaptações. Não é aquele homem que diz que seus poderes devem ser usados para ajudar a humanidade. Ele diz que Clark deve esconder isso do mundo, se manter anônimo para se manter seguro. É justamente o contrário de ser herói.

Ser herói é se entregar pelo outro, mesmo com medo, mesmo sem ter a certeza de que vai dar certo. Ser herói é sacrifício. Poderes. Responsabilidades. Não queria fazer esta referência, diabos, mas era INEVITÁVEL.

No fundo, Liga da Justiça extrapola AQUELA cena do furacão ao limite. E a ÚLTIMA coisa da qual a gente precisa hoje é isso.

O futuro do #SnyderVerse

Bom, em teoria, ele não existe. Porque, EM TEORIA, o universo da DC nos cinemas não vai ser mais esta coisa compartilhada aí, mas sim um monte de projetos com vida própria, como se fossem “universos paralelos”, as realidades alternativas que todo fã da Distinta Concorrência conhece bem – o que está longe de ser algo necessariamente ruim. Mas claro que tudo pode mudar, né.

Só que, agora que finalmente o #SnyderCut está entregue, será que pelo menos ESTA história finalmente vai ter fim? Ah, meus caros, enganam-se total e completamente. Porque ainda tem a versão em preto e branco (Justice is Grey, procura aí pra ver se tô mentindo). E ainda têm as MUITAS ideias do moçoilo para completar a sua sonhada trilogia, desde uma evolução daquele futuro pós-apocalíptico dominado pelo Darkseid e com um Superman malvadão até a morte de Bruce Wayne – com Bruce Kent, filho de Clark e Lois Lane, assumindo o manto do Cavaleiro das Trevas e treinado pela Batgirl. Tô falando sério.

Isso porque a gente tá mencionando só algumas potenciais ideias do cineasta que ele vem jogando ao léu nas últimas entrevistas que deu sobre o lançamento desta nova Liga da Justiça. Todas apenas isso – ideias, pirações, “o que aconteceria se…”, coisas que nunca foram pro papel, não existem em forma de roteiro. Mas, hey, o #SnyderCut também não existia e acabou ganhando grana o suficiente para enfim se tornar realidade… Vai que alguma destas cola…

Ah, é. E tem sim uma nova campanha já sendo conduzida pelo seu séquito de fãs, justamente para que a Warner convoque Zack para finalizar este combo de três filmes, iniciado com aquele que não deve ser mais uma vez nomeado (uma palavra: Marthaaaaaaaa!). Aguarde muitas hashtags nos próximos meses, para que os espectadores REALMENTE acreditem que este é o tal “triunfo dos fãs”, enquanto uma leva de engravatados de outra grande corporação enche o rabo de dinheiro e gargalha acendendo seus charutos com uma nota de 100 dólares. ¯\_(ツ)_/¯

Pra finalizar, eu deixo pra vocês a pergunta – o #SnyderCut existiria DE VERDADE se não houvesse pandemia? Cinemas abertos, HBO Max seguindo seu caminho sem precisar correr atrás do tempo perdido na guerra do streaming? Haveria espaço (e necessidade, reforço) nas telonas e sem a quarentena forçada e eterna para este épico de 4 horas? Em outra realidade, o quanto o estúdio da caixa d’água REALMENTE se renderia ao tal “triunfo dos fãs”?

Enquanto você pensa nesta resposta, fique com este verdadeiro clássico contemporâneo, talvez DE LONGE um dos maiores legados artísticos do #SnyderCut. A este genial artista desconhecido, nossa eterna gratidão.



* Se você chegou até aqui apenas para soltar “ah, mas nunca que um filme da Marvel faria melhor”, “este filme é melhor do que todos os Vingadores juntos” ou então “certeza que você é pago pela Disney”, não deveria ter passado nem do primeiro parágrafo. A chance de que eu vá deletar o seu comentário, caso você resolva escrever um nesta pegada, é bem grande. Mas tente a sorte.

Comments
  • FELIPE VILARINHO VIEIRA

    Faz sentido eles terem tirado o snydercut do nome do filme, já que corte é algo que esse filme não tem, não acho que daria pra ficar em 2:30 sem acabar desconexo como o de 2017, mas um bom editor poderia reduzir pra 3:30 sem problema e se tirar as cenas que ele gravou recentemente, até um pouco mais curto. E o snyder provavelmente ouviu algum “gênio” dizer que os heróis Marvel são humanos e DC são deuses, e levou isso a sério demais.

    23 de março de 2021
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