Sim, todas as bandas do Lolla 2026 existem :D
Para que você não se deixe dominar pelo espírito tiozão rock wins, a gente te conta um pouquinho de quem são cada um dos artistas, com links pra você ouvir seus trabalhos e tudo
Por THIAGO CARDIM
“Ah, eu acho que a maior parte destas bandassão invenções do ChatGPT”. A piada que se espalhou pelas redes sociais desde ontem (28), quando o Lollapalooza Brasil anunciou a escalação da sua edição 2026, é só uma adaptação de uma graça que tem sido recorrente cada vez que o pôster da vez é revelado. Aquele gracejo de que as linhas finas, conforme menores fossem, acabam cheias de nomes inventados, você com certeza já leu isso por aí…
(inclusive, confesso, também já fiz, #EnfimAHipocrisia)
Mas piadocas à parte, um ponto importante: cuidado, de verdade, pra não entrar no modo tiozão rock wins. Aquela bobagem do tipo “banda boa é só aquela que eu conheço, onde estão os clássicos, coisa e tal, tal e coisa”. Não, pelamordedeus.
A ideia do Lolla, desde que foi criado pelo Perry Farrell (líder do Jane’s Addiction) em 1991, sempre foi reunir bandas e artistas que não fossem apenas grandes nomes, mas grandes nomes do momento ATUAL – e também uma série de grupos alternativos, uma turma mais underground, que conversa com públicos menores e mais específicos.
E uma turma que, vamos lá, que vai para BEM ALÉM do rock. Que isso fique BEM claro.
Como disse a jornalista Liv Brandão, lá no BlueSky/Threads, esta escalação 2026 reflete muito o MOMENTUM. Grandes nomes pop da cena atual e outros nomes relevantes que estão na turnê de seus discos recém-lançados, para garantir a venda de ingressos (porque, olha só, é a isso que um festival se resume no fim do dia, né?) e uma série de nomes de nicho que finalmente ganham espaço num palco maior, que possam ser considerados boas apostas no fim do dia.
Portanto, o Lolla 2026 pode não refletir o SEU gosto pessoal. Mas reflete SIM o gosto de quem está consumindo música de todos os gêneros lançada em 2025 e em 2026.
Maaaaaaaaaaaaaaaas… pra facilitar a sua vida, porque sabemos que, sim, se você chegou até aqui é sinal de que você gosta de boa música, tá bom, vamos te dar uma breve descrição de quem são cada um destes nomes confirmados, com links pra escutar e tirar este ranço de vez.
A gente gosta de todo mundo aqui? Não, isso é meio que óbvio.
A gente conhecia rigorosamente todo mundo aqui? Também não, oras.
E daí?
Não é como se a gente precisasse ser fã de rigorosamente todas as atrações presentes num festival deste tamanho, não é mesmo? 😉
Sobre os headliners
Aqui, digamos que nós vamos ser mais sucintos – porque de alguma forma, todos estes nomes são grandes o suficiente na atual cena musical para que você de alguma forma os conheça. E se você não os conhece, aí é sinal de que a sua playlist deve tocar ou aquelas mesmas dez bandas de sempre (e tudo bem, escolha sua) ou então algumas sonoridades menos, digamos, pop – e tá tudo bem também, aí o que não faltam são opções de festivais menores dedicados ao punk, ao metal e por aí vai. Cada um na sua (inclusive gosto). 😊
Mas a lista de headliners do Lolla 2026 me parece uma das mais interessantes dos últimos anos. Temos três das mais interessantes cantoras do atual cenário pop: Sabrina Carpenter, Chappell Roan e Lorde. Ao lado delas, um bom músico e compositor pop escocês, Lewis Capaldi. Duas ótimas bandas de rock que acabaram de lançar discos novos: os veteranos do metal alternativo do Deftones e os jovens expoentes do punk mais melódico e experimental do Turnstile. Dois rappers criativos e com muito a dizer, a explosiva Doechii e o excelente Tyler, The Creator (que, verdade seja dita, já tem um histórico de cancelamento no Lolla BR, então…). E pra fechar, o eletrônico quase-punk Skrillex.
Já tá dito. 😉

Vamos em frente…
Cypress Hill: pô, eles são praticamente o Planet Hemp gringo, hahahaha. Veterano combo californiano surgido em 1986 que mistura rap, metal e punk, tudo com algum tempero latino e com canções que flertam com o universo canábico.
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Peggy Gou: DJ e produtora sul-coreana, atualmente tem como sede a cena alemã de música eletrônica, navegando principalmente pelo trance e pelo house.
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Kygo: DJ e produtor norueguês, que vai pra um lado mais dance-pop, um house mais tropical, bem mais acessível. Ficou famoso depois do remix que fez pra canção “I See Fire”, de Ed Sheeran.
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Interpol: outra banda que, bom, você já devia conhecer, hahahaha, até porque são figurinhas carimbadas deste universo indie. Trio nova-iorquino de 1997 que tá totalmente dentro do cenário e sonoridade pós-punk moderna.
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Addison Rae: não apenas ela é cantora pop, mas também atriz (esteve recentemente, por exemplo, no slasher “Feriado Sangrento”) e personalidade da mídia/influenciadora digital com bastante destaque no TikTok.
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Katseye: uma girl band bem pop, definida como um “grupo feminino global” – com integrantes dos EUA, da Suíça e da Coreia do Sul. O grupo foi formado através do reality show “Dream Academy”.
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Brutalismus 3000: dupla de música eletrônica da Alemanha, que como o nome já entrega, faz um som mais pesado, mais brutal, misturando um techno com pegadas mais punk e hardcore.
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Ben Böhmer: DJ e produtor alemão que vai pra uma pegada mais melódica, chegando a flertar com um house mais progressivo, mas bem acessível.
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Lola Young: cantora inglesa que vai pra um lado não apenas mais indie do que pop, mas também muito mais R&B. Estourou nos charts com o single “Messy”, lançado em 2024.
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Edson Gomes: aos 70 anos, tamos falando de um dos maiores nomes do reggae brasileiro – arrisco dizer até o maior. Suas canções têm uma pegada mais crítica e política e seus shows arrastam multidões no Nordeste.
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Marina: outro nome fácil de reconhecer. Não, não é a nossa Marina Lima. Mas sim a artista que outrora se apresentava como Marina and The Diamonds. Sim, ela mesma, fazendo seu pop mais eletrônico, meio electro, meio synth.
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Djo: você pode não conhecer o sujeito por sua faceta músico de rock. Mas deve estar ligado na cara dele – tamos falando do ator Joe Kerry, que interpreta o personagem Steve Harrington na série “Stranger Things”. Ah, lembrou, né?
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FBC: sensacional rapper brasileiro, egresso de Minas Gerais – e responsável por um dos grandes lançamentos do gênero no Brasil em 2025, “Assaltos e Batidas”, presença mais do que certa na nossa lista de melhores do ano. 😉
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TV Girl: trio indie pop de San Diego, nos EUA, que costuma fazer uso de samples de canções e também filmes-séries dos anos 1960 em suas músicas.
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Mu540: DJ brasileiríssimo, lá da nossa 013 Praia Grande, que faz uma bela duma mistura de música eletrônica, trap e o funk de pegada absolutamente paulista (caso você não saiba, a Baixada Santista como um todo é expoente representativo deste tipo de sonoridade)
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Riize: pronto, querides k-poppers, temos cá uma opção para vocês neste festival. Boy group sul-coreano, o sexteto é recente, surgido em 2023.
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Men I Trust: trio canadense de indie electro-pop, que traz nos vocais a cantora Emmanuelle Proulx.
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¥ousuke ¥uk1matsu: DJ e produtor japonês, cresceu à base de Deep Purple, se desenvolveu tocando hard rock e metal e depois enveredou por sonoridades eletrônicas mais pesadas tipo The Prodigy.
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Royel Otis: dupla australiana de indie pop, que te uma sonoridade bastante abrangente, indo do indie rock ao rock psicodélico, passando por new wave, pop rock, pós-punk…
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Bunt.: a palavra em alemão para “colorido”, com ponto final e tudo, é a alcunha musical de Levi Wijk, DJ germânico especializado numa sonoridade definida como “folk eletrônico”.
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D4vd: nome artístico do cantor estadunidense David Anthony Burke – cuja trajetória musical meio indie rock, meio R&B, começou de forma curiosa: sua mãe sugeriu que ele fizesse as próprias músicas pra evitar tomar strike do YouTube nos vídeos que gravava pro seu canal, hahahaha
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2hollis: rapper norte-americano, o jovem Hollis Parker Frazier-Herndon faz o seu rap com tonalidades bastante eletrônicas, tendo seu trabalho incluído em jogos de videogame como EA Sports FC 24.
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The Dare: outrora conhecido como Turtlenecked, o cantor Harrison Patrick Smith faz um indie rock também bastante eletrônico, quase uma espécie de electropunk.
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Viagra Boys: ótima banda punk sueca que, inclusive, já está até estouradinha entre aqueles que curtem o gênero. Sexteto cujas letras ridicularizam a extrema-direita (claro), teorias da conspiração e a hipermasculinização.
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DJ Diesel: outro rosto BEM conhecido, mas também não pela carreira musical. Tamos falando do jogador de basquete Shaquille O’Neal, que deixou a tentativa de rap de lado para se tornar DJ de música eletrônica (dubstep e electro house, principalmente).
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Horsegiirl: e do mais absoluto nada, cá temos uma DJ e cantora alemã que esconde a sua identidade secreta por trás de uma máscara de cavalo. O som? Ela descreve como happy hardcore. Então tá! 😀
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N.I.N.A: cantora, compositora, DJ e rapper/MC, começou a carreira como pesquisadora musical e aos poucos ganhou destaque numa cena com nomes como MC Cabelinho, Xamã e L7nnon.
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Foto em Grupo: a banda nem existe ainda, de fato. Possivelmente, o Lolla vai ser o ponto de partida desta espécie de supergrupo do indie nacional, que traz nomes como Pedro Calais (vocalista do Lagum), Otavio “Zani” Cardoso (guitarrista do Lagum), Ana Caetano (cantora do duo Anavitória) e João Ferreira (vocalista e guitarrista do Daparte). Há quem os esteja chamando, nas redes sociais, de “Tribalistas da nova geração”. Calma, gente. Menos.
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Balu Brigada: não se engane pelo nome – tamos falando de uma dupla de indie rock neozelandesa, formada pelos irmãos multi-instrumentistas Henry e Pierre Beasley.
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The Warning: um dos maiores destaques do festival, pra gente, pelo menos, rs. Trio de hard rock/metal alternativo formado pelas três irmãs mexicanas Villarreal, que fizeram sucesso em sua passagem recente pelo Brasil no festival do Offspring.
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RØZ: também mexicanos, mas este duo aqui, formado por Hugo Lara e Manolo Cabrera, vai mais pro lado eletrônico – só que com uma belíssima duma mistura que passa por trap, reggaetón e umas sonoridades tipicamente oitentistas.
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Hamdi: DJ e produtor inglês que anda bastante hypadinho pra turma que curte dubstep e misturas com UKG (descendente inglês do house de NY) e grime (com bastante influência do hip-hop e do jungle).
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Negra Li: talvez você só se lembre dela pelos duetos com o poeta Chorão (“o jovem no Brasil nunca é levado a sério…”) ou com a Pitty (“um dia eu vou estar à toa e você vai estar na mira…”), mas ela é uma rapper sensacional, de flow certeiro, e que este ano lançou um disco poderosíssimo (“O Silêncio Que Grita”).
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ATKÖ: novo projeto solo de música eletrônica do DJ e produtor brasileiro Thiago Mansur, que mistura house music com elementos de afro house e música brasileira.
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Idlibra: projeto de música eletrônica da artista pernambucana Libra Lima, explorando o funk brasileiro e, em alguns trabalhos, até mesmo o bregafunk.
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Mundo Livre S/A: aqui, outra banda que você tinha OBRIGAÇÃO de conhecer, nome clássico do rock nacional dos anos 1990. Um dos principais expoentes do manguebeat, junto com a Nação Zumbi, sob o comando do incansável Fred 04.
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Agnes Nunes: cantora e compositora baiana, além de atriz nas horas vagas, atuando em séries do Netflix (“Só se for por amor”) e Disney+ (“Tá tudo certo”). Belíssima voz interpretando MPB com bons ecos de sonoridades afrobrasileiras.
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Zopelar: DJ, músico e produtor brasileiro, com foco total em pista de dança. Já transitou por house, techno, break, disco e broken beat, sem deixar de beber nas fontes de jazz, funk, boogie e soul.
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Aline Rocha: DJ do interior de São Paulo atualmente morando na Inglaterra, é atualmente uma das principais comandantes de picapes com foco em house music do Brasil.
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Febre90s: formado pelo MC carioca Pumapjl e pelo beatmaker paulista SonoTWS, o duo de rap se apresenta usando balaclavas, para manter as identidades longe da música. A ideia é resgatar a textura clássica dos raps dos anos 1990, com o uso de samplers vintage e técnicas que resgatam a sonoridade analógica.
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Scalene: banda brasiliense de rock com pitadas de stoner, que chegou a dar uma estourada ali por volta de 2010. Tinham anunciado um hiato em 2022, mas voltaram às atividades este ano.
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Oruã: de uma vez por todas, NÃO, não é o rapper Oruam. Até o nome escreve diferente, gente. Tamos falando de um grupo carioca que se define como indie rock afrojazzy, experimentando com psicodelia, efeitos lo-fi e afrobeat.
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Varanda: quarteto de Juiz de Fora formado por Augusto Vargas (baixo e vocais), Amélia do Carmo (vocais), Bernardo Mehry (baterista) e Mario Lorenzi (guitarrista), um indie pop-rock com instrumentais carregados, vocais angelicais, refrões chicletes e muito sentimentalismo.
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Alírio: DJ, produtora musical e um dos nomes em ascensão na cena eletrônica underground. Residente da festa Mamba Negra, em São Paulo, além de fundadora do selo Tandera Records, ao lado de DJ Bassan, Guza, Lady Letal e Tuxe.
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Papisa: nome artístico da cantora, compositora e instrumentista Rita Oliva, residente em São Paulo. Em 2019, ela lançou seu primeiro disco cheio, “Fenda”, com canções autorais que abordam a impermanência do tempo e os ciclos de vida e morte.
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terraplana: banda de shoegaze e indie rock brasileira formada em 2017 na cidade de Curitiba. Em 2023, chegaram a abrir o show do Deafheaven aqui no Brasil.
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Cidade Dormitório: banda brasileira de rock formada em 2015 em Sergipe, seguindo numa linha pós-punk mas bebendo tanto na MPB quanto no psicodélico. A origem do curioso nome da banda? Os seus integrantes moravam em Nossa Senhora do Socorro, uma cidade dormitório de Aracaju.
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Nina Maia: cantora, compositora, instrumentista e produtora musical. Recentemente, lançou “Inteira”, seu 1° álbum da carreira, que traz uma bem-vinda mistura de MPB e um pop mais experimental e soturno (na vibe Portishead).
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Stefanie: com mais de 20 anos de trajetória no hip-hop, a rapper de Santo André mistura rap, R&B e influências afro-brasileiras. Antes do Lolla, vai se apresentar no palco Factory do The Town, no próximo dia 13 de setembro.
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Worst: talvez uma das sonoridades mais pesadas do Lolla, a banda de hardcore punk reúne, em uma sessão de pura porradaria, o batera Fernando Schaefer (ex-Korzus e Rodox) e o vocalista Thiago Monstrinho.
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Crizin da Z.O.: a parceria dos cariocas Cris Onofre e Danilo Machado com o paranaense Marcelo Fiedler vai do funk carioca ao punk de forma brutal e acelerada.
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Jadsa: cantora, compositora, produtora musical e guitarrista brasileira. A baiana circula tranquilamente tanto pelo indie pop quanto pela MPB, com um bom tom do virtuosismo do jazz.
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Papangu: outro destaque total e absoluto do evento. Falamos sobre eles aqui quando indicamos bandas pra se conhecer antes do Knotfest 2024, assim como elegemos o disco “Lampião Rei” como um dos melhores do ano passado. A descrição? Imagina o jazz experimental cheio de brasilidade de Hermeto Pascoal flertando com a sofisticação sonora do rock progressivo e o peso do metal.
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Blackat: DJ e produtora musical paulistana, além de influenciadora digital, gosta de uma sonoridade mais pesada e corpulenta, com foco no hip-hop.
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Bruna Strait: iniciou sua trajetória como DJ tocando na cena LGBTQIA+, e começou a se interessar por música eletrônica no auge do Progressive House. Em 2019, abriu os shows da cantora Gloria Groove na Europa.
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Marcelin O Brabo: expoente da novíssima geração de DJs e produtores nacionais, o jovem carioca gosta de se focar em sons mais periféricos, em especial o funk.
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Analu: ex-participante do The Voice Kids, a cantora baiana cresceu e mergulhou de cabeça em influências musicais de gente grande, como a bossa nova e a clássica MPB.
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Artur Menezes: guitarrista brasileiro de blues, nascido em Fortaleza. Em 2019, venceu o concurso promovido pela Ernie Ball e tocou no Crossroads Guitar Festival, festival do guitarrista britânico Eric Clapton.
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Jonabug: banda de garagem nascida em Marília, no interior de São Paulo, e formada por Marília Jonas (vocal e guitarra), Dennis Felipe (baixo) e Samuel Berardo (bateria). Há quem os coloque no centro de um movimento chamado emo caipira, com valorização da cultura interiorana.
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Entropia: DJ brasileiro que vai do house ao breakbeat, explorando territórios como garage, dub techno e electro e além, mas sempre com um gostinho de música nacional. E detalhe: ele é filho do músico e apresentador Chinaina, ex-Sheik Tosado e parte integrante das transmissões de festivais como o próprio Lolla no Globoplay.
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Hurricanes: maravilhosa banda brasileira de rock e blues formada em 2016, na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. A turma do rock ficou encantada com os caras quando eles abriram os shows do Black Crowes por aqui, em 2023. Som retrô que não soa retrógrado.
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Camila Jun: DJ, produtora musical e empresária, criadora do selo Tônica, é uma das responsáveis por uma das festas mais queridas e exclusivas de house music em Brasília.
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